Sobre o umbigo
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
terça-feira, 20 de outubro de 2015
domingo, 18 de outubro de 2015
Do cuidado que vem do amor.
Me amar. Sim, me amar. Me amar tanto até me dar carinho. Acariciar minhas curvas fartas. Deslizar na minha pele aquele sabonete com cheiro de maracujá que invade meus sentidos. Dar-me de beber aquela água gelada que refresca minha garganta. Encher a minha boca de sabores explosivos. Dançar a noite toda sentido a minha existência em movimento. Correr pelo mundo. Estar presente. Exaurir e depois deitar. Dormir aquele sono profundo, como se estivesse adormecida no meu próprio colo.
terça-feira, 21 de julho de 2015
Na cama com Freud (ou Jung e quem mais quiser) #1
O corpo. Ele está na minha agenda de divagações por um longo tempo. Para algumas coisas eu já coloquei ponto final. Ele não é um objeto definitivamente. É sujeito. É a materialidade da minha existência. Sou eu. Eu existo nesta realidade por que sou corpo. Se eu vou morrer e alguma parte metafísica irá para outro lugar não está em pauta nesta questão. O que sou aqui e agora é ele/eu.
Número 1
Eu nunca tive realmente um diário, apesar das várias tentativas. Essa é mais uma delas.
Não fui uma adolescente tão comum. E agora estou para parir 30 anos. Essa também não é uma tentativa de recuperar cadernos adolescentes de lembranças. A ideia é registrar o caminhar e os devaneios que encontro por ele com uma das coisas que eu mais gosto: a escrita.
Não fui uma adolescente tão comum. E agora estou para parir 30 anos. Essa também não é uma tentativa de recuperar cadernos adolescentes de lembranças. A ideia é registrar o caminhar e os devaneios que encontro por ele com uma das coisas que eu mais gosto: a escrita.
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